Skinpress Demo Rss

bethânia

Filed Under () by Mazé Mixo on domingo, 13 de julho de 2008

Posted at : 13:07

"quando eu não era ninguém
era vento, terra e água
elementos em amálgama no coração de olorum"

Casa

Filed Under () by Mazé Mixo on sábado, 12 de julho de 2008

Posted at : 21:51

é o Lugar onde quero ficar

das janelas

Filed Under () by Mazé Mixo on

Posted at : 21:47

abertas, escancaradas, que a primavera já chega
e a felicidade, escrita num pedacinho de papel de pão, já voltou

dos tons

Filed Under () by Mazé Mixo on quarta-feira, 25 de junho de 2008

Posted at : 13:12


"o quanto levou foi preu merecer"

salvia divinorum

Filed Under () by Mazé Mixo on

Posted at : 13:11

abriram-se as portas

dos demônios tristes

Filed Under () by Mazé Mixo on

Posted at : 13:04

os meus demônios choram, e se arrastam, lentos, em minha direção
só o rei deles sorri pra mim, o maior dos sorrisos, da janela do banheiro

dos encontros

Filed Under () by Mazé Mixo on terça-feira, 24 de junho de 2008

Posted at : 14:34

continuo eu me surpreendendo com essa tal de vida

do coração

Filed Under () by Mazé Mixo on

Posted at : 14:26

anda batendo forte, forte, descompassado

do elevador

Filed Under () by Mazé Mixo on

Posted at : 14:24

acho estranhíssimo aquele clima de elevador
as pessoas entram, quando muito, se comprimentam sem se olhar, e se viram todos para a telinha que mostra o andar, e assim ficam, até chegarem a seus respectivos destinos.
acho frio, incômodo, estranho

da lua

Filed Under () by Mazé Mixo on quinta-feira, 12 de junho de 2008

Posted at : 11:38

xoroquê

Filed Under () by Mazé Mixo on terça-feira, 3 de junho de 2008

Posted at : 21:15






















ogum-iê !
laroiê !

do sangue

Filed Under () by Mazé Mixo on terça-feira, 20 de maio de 2008

Posted at : 01:24


rubro, em brasa
queima

daqueles

Filed Under () by Mazé Mixo on

Posted at : 01:21


que sentem, sintam
venham, ver

das citações (1)

Filed Under () by Mazé Mixo on segunda-feira, 19 de maio de 2008

Posted at : 04:39

"ainda havia alguma luz de dia, pouca, não mais do que a suficiente para se poder ver o mar até ao horizonte, deste alto alcança-se a dimensidão das grandes águas, talvez por isso Josá Anaiço murmurou, São outras, e Joaquim Sassa,que não podia saber de que outras se tratava, perguntou, Quem, As águas, estas águas são outras, assim a vida se transforma, mudou e não demos por isso, estávamos quietos e julgávamos que não tínhamos mudado, ilusão, puro engano, íamos com a vida..."
a jangada de pedra, josé saramago