da felicidade simples
Filed Under () by Mazé Mixo on sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Posted at : 00:12
Tempo a gente tem
Quanto a gente dá
Corre o que correr,
Custe o que custar...
Tempo a gente dá
Quanto a gente tem
Custa o que correr,
Corre o que custar...
O tempo que eu perdi
Só agora eu sei
Aprender a dar
Foi o que ganhei
E ando ainda atrás
Desse tempo
Teee... empo de não correr,
Nem de me encontrar,
Ah... não se mexer!
Beija-flor no ar
O rio fica lá
A água que correu
Chega na maré,
Ele vira mar...
Como se morrer
Fosse desaguar!
Derramar no céu,
Se purificar...
Ah... deixar pra trás,
Sais e minerais,
Evaporar...
(rodrigo amarante)
da vida que cresce
Filed Under () by Mazé Mixo on quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Posted at : 23:54

ontem vi filme chamado
'wall-e", animação da disney/pixar sobre um pequeno robô romântico.
o protagonista, wall-e foi abandonado na Terra depois que os humanos gastaram todos os recursos naturais e cobriram (literalmente) a terra de lixo. o propósito do pequeno robô é justamente limpar, organizar a bagunça, e de todos os modelos iguais, ele foi o único a continuar funcionando depois de séculos, sempre conseguindo trocar suas próprias peças.
o carisma dele é visto só de olhar, com aqueles grandes olhos-de-cão-sem-dono e seu jeito desajeitado. logo no início do filme descobrimos que ele tem personalidade própria, e que gosta de música, e de um filme em especial, provavelmente da décade de 50, um musical romântico. uma cena em especial parece cativá-lo mais: quando o mocinho e a mocinha dão as mãos. é a representação do amor, simples e um tanto ingênua.
temos então um pequeno robô romântico, que sonha justamente ter um par, alguém pra dar as mãos. minha intenção aqui não é falar a sinopse do filme (só terminar dizendo que é um filme muito bonitinho, tipicamente da disney, com final feliz e tudo o mais), mas questionar essa coisa do amor.
esse desejo do amor, essa busca, essa "necessidade" me parecem forçadas hoje em dia, com um pensamento muito distorcido. as pessoas PRECISAM amar, PRECISAM se sentir amadas, e associam qualquer pequeno sentimento com esse tal de amor. eu vejo adolescentes, pré-adolescentes com essa visão super-romântica do amor, da eternidade das coisas. eu mesmo, em meu primeiro amor, aos 17, pensava que era eterno, e minha pessoa era a única e mais importante pessoa de todo o universo.
hoje em dia, depois de tempo, tropeços e pés na bunda vejo as coisas um tanto diferentes, apesar de, graças a deus, achar que nada é fixo e absoluto. acho que o amor é raro e que como disse, as pessoas confundem outros sentimentos com amor. confundem paixão com amor, confundem tesão com amor, confundem afinidade com amor.
amor é mais sublime, mais simples, mais complexo e contraditório.
amor é o que fica, o que sobrevive, o que é sim, eterno.
voltando ao filme. wall-e tem como companheira uma pequena barata, que é, logicamente, diferente dele, e se apaixona pela robozinha que conhece, depois de tanto tempo sozinho. ele passa o restante do filme querendo agradá-la, para enfim conseguir dar as mãos. buscando, nela, o amor.
será que ele realmente se apaixona, que realmente a ama ?
será que devemos, buscar, desesperadamente o amor ? será que ele tem quer ser motivo ? será que ele deve ser meta ?
das palavras do arnaldo
Filed Under () by Mazé Mixo on quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Posted at : 00:18
"e a montanha insiste em ficar lá,
parada"
parada"
das palavras do velho
Filed Under () by Mazé Mixo on quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Posted at : 23:58
"...porque a vida ri-se das previsões, e põe palavras onde imaginávamos silêncios, e súbitos regressos quando pensámos que não voltaríamos a encontrar-nos"
josé saramago, "a viagem do elefante"
josé saramago, "a viagem do elefante"
estou aqui, resort de luxo, onde o quarto mais barato custa quase R$800, acompanhando um grupo de diretores de uma empresa.
serão três dias de palestras motivacionais e encontros de relacionamento. no momento estou fugido de uma dessas palestras, enquanto eles desenham uma camisa e falam sobre metas e compromissos.
a questão não é a reflexão, nem tampouco as palavras, mas a hipocrisia de um umas pessoas quantas... ingenuidade minha, pensar que pessoas com formações superiores, ricas, bem-sucedidas não são machistas, nem mal-educadas.
lógico que eles sairão daqui com melhor relacionamento, conhecendo melhor uns aos outros, e trabalharão melhor, provavelmente. mas me incomoda todas as florezinhas e solzinhos e palavras genéricas (família, amor, energias) sem sentimento real (no momento)
os homens parecem ser homens em qualquer 'classe social'.
eu continua afirmando minha 'masculinidade tranquila' (sem trema), sem necessidade de provar algo, ou de ser ogro, estúpido, insensível.
as pessoas são o que são... e eu sou um escroto, por julgar.
e os julgo.
serão três dias de palestras motivacionais e encontros de relacionamento. no momento estou fugido de uma dessas palestras, enquanto eles desenham uma camisa e falam sobre metas e compromissos.
a questão não é a reflexão, nem tampouco as palavras, mas a hipocrisia de um umas pessoas quantas... ingenuidade minha, pensar que pessoas com formações superiores, ricas, bem-sucedidas não são machistas, nem mal-educadas.
lógico que eles sairão daqui com melhor relacionamento, conhecendo melhor uns aos outros, e trabalharão melhor, provavelmente. mas me incomoda todas as florezinhas e solzinhos e palavras genéricas (família, amor, energias) sem sentimento real (no momento)
os homens parecem ser homens em qualquer 'classe social'.
eu continua afirmando minha 'masculinidade tranquila' (sem trema), sem necessidade de provar algo, ou de ser ogro, estúpido, insensível.
as pessoas são o que são... e eu sou um escroto, por julgar.
e os julgo.
de todas aquelas coisas
Filed Under () by Mazé Mixo on segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Posted at : 11:18
ontem visitei o útero.
me surpreendi com todos os sentimentos, todas as reações, todas as repercussões.
me senti vivo, me lembrei que não estou sozinho.
e que há pulsa, grita, vive. dentro de mim.
me surpreendi com todos os sentimentos, todas as reações, todas as repercussões.
me senti vivo, me lembrei que não estou sozinho.
e que há pulsa, grita, vive. dentro de mim.
do primeiro andar
Filed Under () by Mazé Mixo on terça-feira, 18 de novembro de 2008
Posted at : 00:18
'eu preciso andar,
um caminho só
vou buscar alguém
que eu nem sei quem sou'
um caminho só
vou buscar alguém
que eu nem sei quem sou'
do livro dos itinerários
Filed Under () by Mazé Mixo on quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Posted at : 18:28
'Sempre chegamos ao sítio aonde nos esperam'
a extraordinária aventura vivida por vladimir maiakóvski no verão na datcha
Filed Under () by Mazé Mixo on sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Posted at : 01:52
"A tarde ardia como cem sóis.
O verão rolava em Julho.
O calor se enrolava
no ar e nos lençóis
da datcha onde eu estava.
Na colina de Púchkino, corcunda,
o monte Akula,
e ao pé do monte
a aldeia enruga
a casca dos telhados.
E atrás da aldeia,
um buraco
e no buraco, todo dia,
o mesmo ato:
o sol descia
lento e exato.
E de manhã
outra vez
por toda a parte
lá estava o sol
escarlate.
Dia após dia
isto
começou a irritar me
terrivelmente.
Um dia me enfureço a tal ponto
que, de pavor, tudo empalidece.
E grito ao sol, de pronto:
"Desce!
Chega de vadiar nessa fornalha!"
E grito ao sol:
"Parasita!
Você, aí, a flanar pelos ares,
e eu, aqui, cheio de tinta,
com a cara nos cartazes!"
E grito ao sol:
"Espere!
Ouça, topete de ouro,
e se em lugar
desse ocaso
de paxá
você baixar em casa
para um chá?"
Que mosca me mordeu!
É o meu fim!
Para mim
sem perder tempo
o sol
alargando os raios-passos
avança pelo campo.
Não quero mostrar medo.
Recuo para o quarto.
Seus olhos brilham no jardim.
Avançam mais.
Pelas janelas,
pelas portas, pelas frestas
a massa
solar vem abaixo
e invade a minha casa.
Recobrando o fôlego,
me diz o sol com voz de baixo:
"Pela primeira vez recolho o fogo,
desde que o mundo foi criado.
Você me chamou?
Apanhe o chá,
pegue a compota, poeta!"
Lágrimas na ponta dos olhos
- o calor me fazia desvairar -
eu lhe mostro o samovar:
"Pois bem,
sente-se, astro!"
Quem me mandou berrar ao sol
insolências sem conta?
Contrafeito
me sento numa ponta
do banco e espero a conta
com um frio no peito.
Mas uma estranha claridade
fluía sobre o quarto
e esquecendo os cuidados
começo
pouco a pouco
a palestrar com o astro.
Falo
disso e daquilo,
como me cansa a Rosta,
etc.
E o sol:
"Está certo, mas não se desgoste,
não pinte as coisas tão pretas.
E eu? Você pensa
que brilhar
é fácil?
Prove, para ver!
Mas quando se começa
é preciso prosseguir
e a gente vai e brilha pra valer!"
Conversamos até a noite
ou até o que, antes, eram trevas.
Como falar, ali de sombras?
Ficamos íntimos,
os dois.
Logo,
com desassombro,
estou batendo no seu ombro.
E o sol, por fim:
"Somos amigos
pra sempre, eu de você,
você de mim.
Vamos, poeta,
cantar,
luzir
no lixo cinza do universo.
Eu verterei o meu sol
e você o seu
com seus versos."
O muro das sombras,
a prisão das trevas,
desaba sob o obus
dos nossos sóis de duas bocas.
Confusão de poesia e luz,
chamas por toda a parte.
Se o sol se cansa
e a noite lenta
quer ir para a cama,
marmota sonolenta,
eu, de repente,
inflamo a minha flama
e o dia fulge novamente.
Brilhar para sempre,
brilhar como um farol, brilhar com brilho eterno,
gente é para brilhar,
que tudo o mais vá pro inferno,
este é o meu slogan
e o do sol."
O verão rolava em Julho.
O calor se enrolava
no ar e nos lençóis
da datcha onde eu estava.
Na colina de Púchkino, corcunda,
o monte Akula,
e ao pé do monte
a aldeia enruga
a casca dos telhados.
E atrás da aldeia,
um buraco
e no buraco, todo dia,
o mesmo ato:
o sol descia
lento e exato.
E de manhã
outra vez
por toda a parte
lá estava o sol
escarlate.
Dia após dia
isto
começou a irritar me
terrivelmente.
Um dia me enfureço a tal ponto
que, de pavor, tudo empalidece.
E grito ao sol, de pronto:
"Desce!
Chega de vadiar nessa fornalha!"
E grito ao sol:
"Parasita!
Você, aí, a flanar pelos ares,
e eu, aqui, cheio de tinta,
com a cara nos cartazes!"
E grito ao sol:
"Espere!
Ouça, topete de ouro,
e se em lugar
desse ocaso
de paxá
você baixar em casa
para um chá?"
Que mosca me mordeu!
É o meu fim!
Para mim
sem perder tempo
o sol
alargando os raios-passos
avança pelo campo.
Não quero mostrar medo.
Recuo para o quarto.
Seus olhos brilham no jardim.
Avançam mais.
Pelas janelas,
pelas portas, pelas frestas
a massa
solar vem abaixo
e invade a minha casa.
Recobrando o fôlego,
me diz o sol com voz de baixo:
"Pela primeira vez recolho o fogo,
desde que o mundo foi criado.
Você me chamou?
Apanhe o chá,
pegue a compota, poeta!"
Lágrimas na ponta dos olhos
- o calor me fazia desvairar -
eu lhe mostro o samovar:
"Pois bem,
sente-se, astro!"
Quem me mandou berrar ao sol
insolências sem conta?
Contrafeito
me sento numa ponta
do banco e espero a conta
com um frio no peito.
Mas uma estranha claridade
fluía sobre o quarto
e esquecendo os cuidados
começo
pouco a pouco
a palestrar com o astro.
Falo
disso e daquilo,
como me cansa a Rosta,
etc.
E o sol:
"Está certo, mas não se desgoste,
não pinte as coisas tão pretas.
E eu? Você pensa
que brilhar
é fácil?
Prove, para ver!
Mas quando se começa
é preciso prosseguir
e a gente vai e brilha pra valer!"
Conversamos até a noite
ou até o que, antes, eram trevas.
Como falar, ali de sombras?
Ficamos íntimos,
os dois.
Logo,
com desassombro,
estou batendo no seu ombro.
E o sol, por fim:
"Somos amigos
pra sempre, eu de você,
você de mim.
Vamos, poeta,
cantar,
luzir
no lixo cinza do universo.
Eu verterei o meu sol
e você o seu
com seus versos."
O muro das sombras,
a prisão das trevas,
desaba sob o obus
dos nossos sóis de duas bocas.
Confusão de poesia e luz,
chamas por toda a parte.
Se o sol se cansa
e a noite lenta
quer ir para a cama,
marmota sonolenta,
eu, de repente,
inflamo a minha flama
e o dia fulge novamente.
Brilhar para sempre,
brilhar como um farol, brilhar com brilho eterno,
gente é para brilhar,
que tudo o mais vá pro inferno,
este é o meu slogan
e o do sol."
eu acredito nos ciclos, acredito que vamos mudando aos poucos nossa relação com as coisas, com as pessoas, com os sentimentos.
acredito que a vida é mais, é o inexplicável, é o que só se sente, e pronto.
é o que nem se compreende, é o que é simplesmente por assim o ser.
não sei ainda se nós complicamos a vida, ou se ela que é assim, complicada. mas sei que viver é difícil, dói.
sei que sou eu, definitivamente, quem coloca tantas vírgulas pelo caminho, e não consigo ser de outra forma. eu preciso da pausa, preciso do silêncio. preciso do conflito, preciso do não saber como lidar com o conflito, pra enfim, aprender.
pra ir além. e preciso muito ir, além.
'eu preciso andar,
um caminho só
vou buscar alguém
que eu nem sei quem sou'
(r amarante)
acredito que a vida é mais, é o inexplicável, é o que só se sente, e pronto.
é o que nem se compreende, é o que é simplesmente por assim o ser.
não sei ainda se nós complicamos a vida, ou se ela que é assim, complicada. mas sei que viver é difícil, dói.
sei que sou eu, definitivamente, quem coloca tantas vírgulas pelo caminho, e não consigo ser de outra forma. eu preciso da pausa, preciso do silêncio. preciso do conflito, preciso do não saber como lidar com o conflito, pra enfim, aprender.
pra ir além. e preciso muito ir, além.
'eu preciso andar,
um caminho só
vou buscar alguém
que eu nem sei quem sou'
(r amarante)
bessém é o 'dono' do jeje, o vodum patrono do axé.
ele representa a continuidade, os ciclos de vidas e mortes, os inícios dos fins, os fins dos inícios.
ele é o arco-íris que une o céu e a terra, é a água que cai do céu.
e foi assim que bessém me recepcionou. quando enfim entrei em sua casa começou a chover.
quarta-feira, 01/10/08
ele representa a continuidade, os ciclos de vidas e mortes, os inícios dos fins, os fins dos inícios.
ele é o arco-íris que une o céu e a terra, é a água que cai do céu.
e foi assim que bessém me recepcionou. quando enfim entrei em sua casa começou a chover.
quarta-feira, 01/10/08
tenho percebi nos últimos tempos que definitivamente as coisas só se aprendem na prática. porque temos que vivenciar, sentir, pra entender algumas coisas. não sei se isso faz de mim um empirista (o que a princípio não aceito nem gosto), mas que seja. os mestres e os conselhos são importantes, sim, mas só quando a experiência do aprendizado é vivenciada.
poucos, pouquíssimos dias antes de vir pra cá eu percebi na prática o que é o amor incondicional. eu percebi que tenho uma pessoa, minha mãe, que me ama dessa forma, pelo apoio, mas principalmente pelo entendimento da parte dela da decisão que tomei, vindo pra cá.
já faz alguns anos que tenho me afastado dela, aos poucos, e às vezes bruscamente. eu queria (e quero) meu espaço, minha independência efetiva. vejo que a agi de forma errada. é hora, enfim, de me portar como homem que sou, deixar de lado o menino, o ninho, e ao mesmo tempo honrar esse amor tão grande.
quinta-feira, 09/10/08
poucos, pouquíssimos dias antes de vir pra cá eu percebi na prática o que é o amor incondicional. eu percebi que tenho uma pessoa, minha mãe, que me ama dessa forma, pelo apoio, mas principalmente pelo entendimento da parte dela da decisão que tomei, vindo pra cá.
já faz alguns anos que tenho me afastado dela, aos poucos, e às vezes bruscamente. eu queria (e quero) meu espaço, minha independência efetiva. vejo que a agi de forma errada. é hora, enfim, de me portar como homem que sou, deixar de lado o menino, o ninho, e ao mesmo tempo honrar esse amor tão grande.
quinta-feira, 09/10/08
eu e minha senhora
Filed Under () by Mazé Mixo on terça-feira, 5 de agosto de 2008
Posted at : 21:44
"ainda havia alguma luz de dia, pouca, não mais do que a suficiente para se poder ver o mar até ao horizonte, deste alto alcança-se a dimensidão das grandes águas, talvez por isso Josá Anaiço murmurou, São outras, e Joaquim Sassa,que não podia saber de que outras se tratava, perguntou, Quem, As águas, estas águas são outras, assim a vida se transforma, mudou e não demos por isso, estávamos quietos e julgávamos que não tínhamos mudado, ilusão, puro engano, íamos com a vida..."
a jangada de pedra, josé saramago
a jangada de pedra, josé saramago
sobre exu, buracos-negros e barcas
Filed Under () by Mazé Mixo on domingo, 11 de maio de 2008
Posted at : 22:46
estava vendo um documentário sobre astronomia, "vida e morta da estrelas" e fiquei, novamente, fascinado pelo universo.
nós humanos costumamos falar e repetir sobre nossa pequenez diante do universo. pois bem, esse documentáriome me fez ver as coisas de uma forma que não tinha visto antes. a quem interessar possa, segue resumo no bom estilo, pra crianças aqui. E no meu estilo se segue:
existem basicamente 4 forças básicas no universo: eletromagnetismo, força nuclear fraca, força nucler forte e gravidade. das quatro a última nos é mais familiar, e mesmo assim é a mais incompreendida.
depois do "big bang" existia basicamente hidrogênio e hélio flutuando no universo, e com o tempo (na escala dos bilhões de anos) essas moléculas foram se agrupando, e a gravidade começou a formas nuvens, depois "bolhas" de matéria, até formar um grande conglomerado, e no seu núcleo a pressão da gravidade se torna tão intensa que os átomos de hidrogênio entram em processo de fusão nuclear, se transformando em átomos de hélio, gerando enorme calor, luz e energia. assim nascem as estrelas.
E assim elas "vivem" por muito tempo, até a mesma força que as criou faz com que elas sucumbam a seu próprio peso, e elas morrem. dependendo do tipo (e da massa) da estrela moribunda um fenômeno incrível acontece, após uma grande explosão o núcleo, incrivelmente denso, se transforma num buraco negro, que puxa para si o que houver ao redor: matéria, energia, e inclusive a luz.
quando terminei de ver esse documentário fiz várias assossiações livre, inclusive pensei em Exu. Em tempo, na visão de mundo da áfrica ocidental existe uma força que move o mundo, é a própria dinâmica da existência, trazendo a mudança e a transformação. Diz-se sobre ele: "é a boca que tudo come", "quando se senta fica mais alto do que quando de pé", "quando vê dois amigos faz com que se tornem inimigos, e quando vê dois inimigos torna-os amigos". É essa força que move o mundo. É uma força incompreendida, talvez incompreensível, é brutal e é simples, é Deus, é irracional, ilógico, verdadeiro, É.
***
um dia depois fui à niterói, e voltando para o rio fui pegar uma barca. eis que pra minha surpresa as antigas barcas foram aposentadas, só temos agora catamarãs, maiores, mais rápidos e mais "confortáveis". mas não têm o charme e o romantismo das antigas barcas. não têm pos bancos laterais nem as partes abertas onde podíamos sentir o vento e respingos d'água.
é pra me lembrar que tudo aqui nesse mundo muda, morre, se transforma.
laroiê !
nós humanos costumamos falar e repetir sobre nossa pequenez diante do universo. pois bem, esse documentáriome me fez ver as coisas de uma forma que não tinha visto antes. a quem interessar possa, segue resumo no bom estilo, pra crianças aqui. E no meu estilo se segue:
existem basicamente 4 forças básicas no universo: eletromagnetismo, força nuclear fraca, força nucler forte e gravidade. das quatro a última nos é mais familiar, e mesmo assim é a mais incompreendida.
depois do "big bang" existia basicamente hidrogênio e hélio flutuando no universo, e com o tempo (na escala dos bilhões de anos) essas moléculas foram se agrupando, e a gravidade começou a formas nuvens, depois "bolhas" de matéria, até formar um grande conglomerado, e no seu núcleo a pressão da gravidade se torna tão intensa que os átomos de hidrogênio entram em processo de fusão nuclear, se transformando em átomos de hélio, gerando enorme calor, luz e energia. assim nascem as estrelas.
E assim elas "vivem" por muito tempo, até a mesma força que as criou faz com que elas sucumbam a seu próprio peso, e elas morrem. dependendo do tipo (e da massa) da estrela moribunda um fenômeno incrível acontece, após uma grande explosão o núcleo, incrivelmente denso, se transforma num buraco negro, que puxa para si o que houver ao redor: matéria, energia, e inclusive a luz.
quando terminei de ver esse documentário fiz várias assossiações livre, inclusive pensei em Exu. Em tempo, na visão de mundo da áfrica ocidental existe uma força que move o mundo, é a própria dinâmica da existência, trazendo a mudança e a transformação. Diz-se sobre ele: "é a boca que tudo come", "quando se senta fica mais alto do que quando de pé", "quando vê dois amigos faz com que se tornem inimigos, e quando vê dois inimigos torna-os amigos". É essa força que move o mundo. É uma força incompreendida, talvez incompreensível, é brutal e é simples, é Deus, é irracional, ilógico, verdadeiro, É.
***
um dia depois fui à niterói, e voltando para o rio fui pegar uma barca. eis que pra minha surpresa as antigas barcas foram aposentadas, só temos agora catamarãs, maiores, mais rápidos e mais "confortáveis". mas não têm o charme e o romantismo das antigas barcas. não têm pos bancos laterais nem as partes abertas onde podíamos sentir o vento e respingos d'água.
é pra me lembrar que tudo aqui nesse mundo muda, morre, se transforma.
laroiê !
as flores nascem aqui
Filed Under () by Mazé Mixo on terça-feira, 22 de abril de 2008
Posted at : 21:42
no coração
é só fechar os olhos
pra ver, pra sentir
pra viver sem medo,
pra viver sem medo, de arriscar
é só fechar os olhos
pra ver, pra sentir
pra viver sem medo,
pra viver sem medo, de arriscar
Há uma consciência no universo, a Chama Imperecível, Aquele que É.
Ele veio, deixou sementes, e foi-se, porque Ele não é de ficar, ele é Movimento.
E o mundo germinou, e nascemos nós. Logo percebemos o mundo, e ficamos com medo, e maravilhados. E pelos diferentes lugares que o homem se estabeleceu ele criou deuses, mitos, explicações.
Até chegar à idéia de um deus único, e bom, e homem, e presente, e por motivos dos mais variados essa concepção chegou aos dias de hoje, ampliada e revisada pelas mais variadas correntes filosófica.
Do Deus-dos-Exércitos ao Deus-Pai
O deus mostrado no Velho Testamento, com o nome de Javé (ou Jeová) era chamado de Deus dos Exércitos, exigia sacrifícios e costumava testar a fé de seu povo. Os homens o temiam, tremiam de pavor perante ele e seus mensageiros (anjos). Ajudava seu "povo eleito" a ganhar dos rivais, em batalhas e disputas. Um típico deus tribal.
Já o deus do Novo Testamento é completamente diferente. É um deus Pai, benevolente, que ama seus filhos, e os perdoa. É pai de todos os homens, sem distinção, e "escreve certo por linhas tortas".
Apesar das contradições é a segunda face do deus bíblico que nos rege e povoa nosso imaginário.
Ele veio, deixou sementes, e foi-se, porque Ele não é de ficar, ele é Movimento.
E o mundo germinou, e nascemos nós. Logo percebemos o mundo, e ficamos com medo, e maravilhados. E pelos diferentes lugares que o homem se estabeleceu ele criou deuses, mitos, explicações.
Até chegar à idéia de um deus único, e bom, e homem, e presente, e por motivos dos mais variados essa concepção chegou aos dias de hoje, ampliada e revisada pelas mais variadas correntes filosófica.
Do Deus-dos-Exércitos ao Deus-Pai
O deus mostrado no Velho Testamento, com o nome de Javé (ou Jeová) era chamado de Deus dos Exércitos, exigia sacrifícios e costumava testar a fé de seu povo. Os homens o temiam, tremiam de pavor perante ele e seus mensageiros (anjos). Ajudava seu "povo eleito" a ganhar dos rivais, em batalhas e disputas. Um típico deus tribal.
Já o deus do Novo Testamento é completamente diferente. É um deus Pai, benevolente, que ama seus filhos, e os perdoa. É pai de todos os homens, sem distinção, e "escreve certo por linhas tortas".
Apesar das contradições é a segunda face do deus bíblico que nos rege e povoa nosso imaginário.

Celebridades cairão no anonimato
Palavras deformadas
Fotos desfocadas, vão atravessar o atlântico
Jornais sairão em branco
E as telas planas de plasma vão se dissolver
O argumento ficou sem assunto.
Vai ter mais tempo pra gente ficar junto
Vai ter mais tempo pra enlouquecer com você
Vai ter mais tempo pra gente ficar junto
Vai ter mais tempo pra enlouquecer...
Os políticos amanhecerão sem voz
O outdoor com as letras trocadas
Dentro do banco central o pessoal vai esquecer
Como é que assina a própria assinatura
E os taxistas já não sabem que rua pegar
Que belo estranho dia pra se ter alegria
E eu respondo e pergunto.
É só o tempo pra gente ficar junto
É só o tempo de eu enlouquecer por você
É só o tempo pra gente ficar junto
É só o tempo de eu enlouquecer...
Alarmes já pararam de apitar
O telefone celular descarregou
O aeroporto tá sem teto
E a moça da tv prevê silêncios e nuvens
A firma que eu trabalho faliu
E o governo decretou feriado amanhã no Brasil
Será que é pedir muito?
É só um jeito da gente ficar junto
É só um jeito de enlouquecer com você
É só um jeito da gente ficar junto
É só um jeito de enlouquecer...
é a paixão
quando não canta o truvão
flores que arracamos vão nascer de novo
distância da rua, bote bala, bote senha
do recôncavo do sol vou buscar outra constelação
entre a noite que vai e o dia que vem
mais, deixando marcas, pra colher depois
da nossa grande costrução, amplidão
e o sol rodando vermelho
e o sol pregado no azul
um sol rodando no céu
um sol suspenso no ar
quando não canta o truvão
flores que arracamos vão nascer de novo
distância da rua, bote bala, bote senha
do recôncavo do sol vou buscar outra constelação
entre a noite que vai e o dia que vem
mais, deixando marcas, pra colher depois
da nossa grande costrução, amplidão
e o sol rodando vermelho
e o sol pregado no azul
um sol rodando no céu
um sol suspenso no ar
Pois é, não deu
Deixa assim como está sereno
Pois é de Deus
Tudo aquilo que não se pode ver
E ao amanhã a gente não diz
E ao coração que teima em bater
avisa que é de se entregar o viver
Pois é, até
Onde o destino não previu
Sei mas atrás vou até onde eu consegui
Deixa o amanhã e a gente sorri
Que o coração já quer descansar
Clareia minha vida, amor, no olhar
Deixa assim como está sereno
Pois é de Deus
Tudo aquilo que não se pode ver
E ao amanhã a gente não diz
E ao coração que teima em bater
avisa que é de se entregar o viver
Pois é, até
Onde o destino não previu
Sei mas atrás vou até onde eu consegui
Deixa o amanhã e a gente sorri
Que o coração já quer descansar
Clareia minha vida, amor, no olhar
Há uma consciência no universo, a Chama Imperecível, Aquele que É.
Ele veio, deixou sementes, e foi-se, porque Ele não é de ficar, ele é Movimento.
E o mundo germinou, e nascemos nós. Logo percebemos o mundo, e ficamos com medo, e maravilhados. E pelos diferentes lugares que o homem se estabeleceu ele criou deuses, mitos, explicações.
Até chegar à idéia de um deus único, e bom, e homem, e presente, e por motivos dos mais variados essa concepção chegou aos dias de hoje, ampliada e revisada pelas mais variadas correntes filosófica.
Do Deus-dos-Exércitos ao Deus-Pai
O deus mostrado no Velho Testamento, com o nome de Javé (ou Jeová) era chamado de Deus dos Exércitos, exigia sacrifícios e costumava testar a fé de seu povo. Os homens o temiam, tremiam de pavor perante ele e seus mensageiros (anjos). Ajudava seu "povo eleito" a ganhar dos rivais, em batalhas e disputas. Um típico deus tribal.
Já o deus do Novo Testamento é completamente diferente. É um deus Pai, benevolente, que ama seus filhos, e os perdoa. É pai de todos os homens, sem distinção, e "escreve certo por linhas tortas".
Apesar das contradições é a segunda face do deus bíblico que nos rege e povoa nosso imaginário.
Ele veio, deixou sementes, e foi-se, porque Ele não é de ficar, ele é Movimento.
E o mundo germinou, e nascemos nós. Logo percebemos o mundo, e ficamos com medo, e maravilhados. E pelos diferentes lugares que o homem se estabeleceu ele criou deuses, mitos, explicações.
Até chegar à idéia de um deus único, e bom, e homem, e presente, e por motivos dos mais variados essa concepção chegou aos dias de hoje, ampliada e revisada pelas mais variadas correntes filosófica.
Do Deus-dos-Exércitos ao Deus-Pai
O deus mostrado no Velho Testamento, com o nome de Javé (ou Jeová) era chamado de Deus dos Exércitos, exigia sacrifícios e costumava testar a fé de seu povo. Os homens o temiam, tremiam de pavor perante ele e seus mensageiros (anjos). Ajudava seu "povo eleito" a ganhar dos rivais, em batalhas e disputas. Um típico deus tribal.
Já o deus do Novo Testamento é completamente diferente. É um deus Pai, benevolente, que ama seus filhos, e os perdoa. É pai de todos os homens, sem distinção, e "escreve certo por linhas tortas".
Apesar das contradições é a segunda face do deus bíblico que nos rege e povoa nosso imaginário.
simples e direto:
a mtv-brasil hoje em dia é uma merda.
o que menos tem é música, e a pouca que rola é comprada, importada, montada.
hoje em dia grande parte da grade de programação são de programas da matriz americana, e são invariavelmente programas/reality-shows que estimulam a inveja, a superficialidade, a ostentação.
"Made" mostra adolescentes se travestindo dos ídolos (travestidos de quê ?), querendo imitá-los a qualquer custo. "Why can´t I be you" (literalmente "por quê não posso ser você?") mostra adolescentes que invejam outros adolescentes, a chamada é impagável: "você já passou por alguém na rua e quis ter a vida daquela pessoa? e se você pudesse dar um tapinha no ombro dela e dizer 'me mostre sua vida, e me transforme em você em 48 horas' ". putz....
antigamente a velha MTV-brasil tinha personalidade, e a característica que mais me agradava: estimulava e prestigiava bandas/grupos/cantores nacionais.
as coisas mudam, acabam
a mtv-brasil hoje em dia é uma merda.
o que menos tem é música, e a pouca que rola é comprada, importada, montada.
hoje em dia grande parte da grade de programação são de programas da matriz americana, e são invariavelmente programas/reality-shows que estimulam a inveja, a superficialidade, a ostentação.
"Made" mostra adolescentes se travestindo dos ídolos (travestidos de quê ?), querendo imitá-los a qualquer custo. "Why can´t I be you" (literalmente "por quê não posso ser você?") mostra adolescentes que invejam outros adolescentes, a chamada é impagável: "você já passou por alguém na rua e quis ter a vida daquela pessoa? e se você pudesse dar um tapinha no ombro dela e dizer 'me mostre sua vida, e me transforme em você em 48 horas' ". putz....
antigamente a velha MTV-brasil tinha personalidade, e a característica que mais me agradava: estimulava e prestigiava bandas/grupos/cantores nacionais.
as coisas mudam, acabam
CFM: Capítulo 1 - Da Motivação
Filed Under () by Mazé Mixo on quarta-feira, 5 de março de 2008
Posted at : 11:19
Independente da introdução, acho importante (e quero) falar de mim, do porquê, da motivação. Apesar da brincadeira do nome (compêndio filosófico) , da estrutura/divisão de temas, vou tentar não me prender em questões formais.
Como disse na introdução, acredito e aceito a contradição, inclusive e especialmente nos meus pensamentos, e assim vamos.
Sempre tive meus pensamentos alternativos ao cristianismo, à lógica e evolução, e com o passar do tempo e especialmente depois de começar a estudar o pensamento e a religiosidade afro-brasileiras esses pensamentos foram amadurecendo, e o resultado é essa tentativa de publicá-los.
No próximo "capítulo" (rsrsrs) vou falar de minha visão de Deus e da (des)ordem das coisas. Até
Sempre tive meus pensamentos alternativos ao cristianismo, à lógica e evolução, e com o passar do tempo e especialmente depois de começar a estudar o pensamento e a religiosidade afro-brasileiras esses pensamentos foram amadurecendo, e o resultado é essa tentativa de publicá-los.
No próximo "capítulo" (rsrsrs) vou falar de minha visão de Deus e da (des)ordem das coisas. Até
Compêndio Filosófico Mazeniano: Introdução
Filed Under () by Mazé Mixo on domingo, 2 de março de 2008
Posted at : 10:43
convivemos diariamente com a contradição.
somos brasileiros, vivemos no século XXI, mas também somos gregos, somos judeus, somos cristãos.
a herança filosófica de platão, de (santo?) agostinho, da cultura judaico-cristã está no dia-a-dia, na vida prática, na forma de pensar. são legados como a culpa, a idéia do "deus-pai", o pecado, o moralismo sexual, e a idéia do mundo dividido em "bem" e "mal".
impossível fugir à minha educação, ao meio onde nasci. minha educação foi capitalista, moralista, machista, católica; mas agora, prestes a completar 24 anos começo a consolidar meus pensamentos, ainda cheio de contradições.
e são eles que quero postar aqui. acho que vai ser interessante daqui a um tempo ler essas idéias, e ter amadurecido algumas delas, ou refutado outras.
essas palavras vão ser especialmente pra mim mesmo (como a maioria das palavras aqui no blog), mas meus leitores inexistentes (especialmente uma tal fantasminha que tanto gosto) fique à vontade.
esses textos não vão ser as pílulas de sempre, mas aí vão.
coragem, rapaz...
somos brasileiros, vivemos no século XXI, mas também somos gregos, somos judeus, somos cristãos.
a herança filosófica de platão, de (santo?) agostinho, da cultura judaico-cristã está no dia-a-dia, na vida prática, na forma de pensar. são legados como a culpa, a idéia do "deus-pai", o pecado, o moralismo sexual, e a idéia do mundo dividido em "bem" e "mal".
impossível fugir à minha educação, ao meio onde nasci. minha educação foi capitalista, moralista, machista, católica; mas agora, prestes a completar 24 anos começo a consolidar meus pensamentos, ainda cheio de contradições.
e são eles que quero postar aqui. acho que vai ser interessante daqui a um tempo ler essas idéias, e ter amadurecido algumas delas, ou refutado outras.
essas palavras vão ser especialmente pra mim mesmo (como a maioria das palavras aqui no blog), mas meus leitores inexistentes (especialmente uma tal fantasminha que tanto gosto) fique à vontade.
esses textos não vão ser as pílulas de sempre, mas aí vão.
coragem, rapaz...
compêndio filosófico mazeniano
Filed Under () by Mazé Mixo on domingo, 24 de fevereiro de 2008
Posted at : 21:15
então, nos próximos dias vou começar a publicar minhas idéias e pensamentos mais "filosóficos" pros meus leitores inexistentes
dos encontros e despedidas
Filed Under () by Mazé Mixo on terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Posted at : 12:36
está por chegar a hora de morrer, deixar escorrer o sangue, renascer e gritar o novo nome
o nome que é meu, que ainda não conheço
o nome que é meu, que ainda não conheço
A Rainha de Copas surge como arcano conselheiro neste momento de sua vida, Mário, chamando sua atenção para a importância de utilizar a sabedoria das experiências vividas em sua existência neste momento. A vida humana é, na maioria das vezes, uma roda incessante de repetições. É quando finalmente paramos para entender melhor o que tanto se repete em nossas existências que é possível dar um salto e amadurecer. Acima de tudo, procure escutar as pessoas ao seu redor, não necessariamente para segui-las, mas para entender melhor o ponto de vista delas.
A Rainha de Copas também vem lembrar que a maior parte de seus problemas neste momento pode ser superada a partir de uma atitude persistente, paciente e prudente.
A Rainha de Copas também vem lembrar que a maior parte de seus problemas neste momento pode ser superada a partir de uma atitude persistente, paciente e prudente.
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